terça-feira, 2 de outubro de 2018

Eco.

O choro ecoa
Ignorado em ego
Encontra o silêncio
E o portão aberto
Olhando o exemplo
Encontra o correto
Do lado oposto
De quem tá perto
Distante ele corre
Sem saber destino
Destila o veneno
Venera o vinho
O olho se molha
Do encontro carente
Estoura a bolha
Em queda se sente
Mais duro que o chão
Encara o presente
Em mares de não
Valida o ausente
Constrói o seu ego
Em esmo incerto
O choro ecoa
Sem ninguém por perto.

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