quarta-feira, 11 de julho de 2018

Morada.

Vem morar no meu peito
Se sua casa já não é lar
Deixe eu me adaptar ao seu jeito
E faz de mim o seu lugar
Posso ser o porto-seguro
Se você está perdido no mar
A parada no meio-caminho
de alguém sem pressa de chegar

E se precisar partir, leve parte de mim
De suprimento para uma viagem extensa
Porque é bobagem pensar em fim
Do que é maior do que a gente pensa
E se precisa voltar, não precisa temer nada
Se sua casa não for seu lar,
meu peito ainda será morada.